Bolha imobiliária: já ouviu falar?

Publicada em 23 de Julho de 2021

  • Bolha imobiliária: já ouviu falar?

Ah, as bolhas... tirando as de sabão, que têm um aspecto lúdico, a grande maioria tem uma conotação de “sofrimento”. Basta você ter uma no pé, por exemplo, e pronto. Já vem à mente aquela sensação desconfortável.

A bolha imobiliária, assim como outra bolha inflacionária, é provocada por um grande aumento nos preços dos imóveis, que não reflete realmente o valor que eles valem. 

Basicamente, ela é resultado de diferentes fatores, que envolvem a economia do País e o comportamento das pessoas que estão adquirindo imóveis, tanto para morar quanto para investir. Na maioria das vezes, a inflamação imobiliária acontece por conta das mudanças na procura por imóveis que, por sua vez, é potencializada pelas expectativas e pelas especulações do mercado, e como o preço após bolha inflacionária não representa o preço real, a bolha “estoura”, desvalorizando o imóvel.

Em linhas gerais, as pessoas deixam de alugar um imóvel e passam a comprá-lo. Com a demanda, os bancos emprestam mais dinheiro, provocando o excesso de crédito. Um exemplo prático: Uma pessoa comprou um apartamento por R$ 100 mil. De repente, ele passa a valer R$ 150 mil. Essa pessoa resolve vendê-lo, pois acredita que o imóvel valorizou, e, com o dinheiro na mão, compra outro de R$ 300 mil, financiado. Depois de dezoito meses ele vende este por R$ 500 mil e compra outro de R$ 1 milhão. E isso se torna um ciclo, uma verdadeira bola de neve. Outro grande problema é que não existe dinheiro para suportar tudo isso. Os bancos trabalham com dinheiro virtual e vendem estes créditos para empresas de resseguros. Porém, em determinado momento, elas não conseguem mais vendê-los, pois não há mais interessados.   

Existem alguns exemplos de bolha imobiliária. O filme “A Grande Aposta” retrata de maneira objetiva como ocorreu a crise no mercado dos Estados Unidos, o Subprime, como ficou conhecido em 2008. 

Como identificá-la?

Estar atento ao mercado imobiliário é fundamental. Um dos principais pontos é a alta especulação. Se existir um consenso popular que comprar um imóvel para vender ou alugar é um bom investimento, é hora de se atentar, pois ocorrerá um aumento considerável na procura por imóveis, aumentando, assim, os preços e, consequentemente, o valor dos aluguéis. A bolha estoura!

Outro ponto é o excesso de crédito. Com ele, fica mais fácil adquirir um imóvel e, se ele for concedido sem qualquer segurança financeira, é comum que muitas pessoas não consigam quitar suas dívidas, tornando-se inadimplentes e ficando com o nome sujo, sem crédito na praça. Além disso, para piorar a situação, os preços dos imóveis despencam e as pessoas, não enxergando uma saída, tentam vendê-los, não conseguindo quitá-los. Com isso, dão adeus ao sonho da casa própria, que se torna um verdadeiro pesadelo.


E o desiquilíbrio financeiro fecha este triângulo. Quando os preços do mercado imobiliário sobem muito acima do resto do mercado, existe o risco de bolha. Por isso é importante estar de olho a outros preços da economia do País e na renda média da população.

Sinuca de bico!

Nos dias atuais, de total incerteza, as pessoas tentam vender os imóveis e não conseguem pagar o financiamento, as prestações e, ao somar o que pagaram e o que devem, deparam-se com uma realidade difícil. A bolha estourou dentro da sua casa.

Neste caso, a K90 Soluções Bancárias conta com um time pronto para ajudá-lo a renegociar suas dívidas, encontrando a melhor negociação. Saiba mais!


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